como se responde a uma piegas
Quando um gajo me diz que rapou a pentelheira, desconfio que tem picha pequena. Só assim se entende que o tipo coloque o seu membro mais ...
Quando um gajo me diz que rapou a pentelheira, desconfio que tem picha pequena. Só assim se entende que o tipo coloque o seu membro mais valioso em perigo e use uma lâmina afiada junto aos tintins. É que a penugem deve esconder 2 dos 5 centímetros que mede o pirilau.
Não é sobre nabos, no entanto, que vos quero falar hoje. Quero fazer-vos uma confissão: fico ligeiramente envergonhado sempre que conheço uma cona profundamente sentimentalista. É verdade, não tenho queda para pieguices. Prefiro lamber ratas. Prefiro comer cus e esfregar-me num mar de mamas. Chamem-me lírico, mas sonho viver num planeta onde o Gerard Damiano, realizador do filme Garganta Funda, é considerado um autor romântico.
Esta decidiu enviar-me um carta de amor. Dizia:
"Quero tudo de ti. O teu murmúrio sonolento. O teu embaraço embriagado. As tuas caretas tolas. A tua raiva. A tua ansiedade. As tuas desculpas. A tua tristeza. O teu olhar severo. A tua claustrofobia. O teu tom exasperado. As tuas frustrações. O teu passado. Quero tudo!"
Se há coisa que odeio são adjectivos mal aplicados. São palha. Não servem para nada senão para dar espalhafato aos substantivos. O que é um murmúrio sonolento? O que caralho quer dizer embaraço embriagado? Respondi-lhe por sms, que os correios aqui da aldeia fecharam há uns meses:
"Eu também quero tudo de ti: cona, cu e mamas."

1 comentários:
olá
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